quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Feliz Ano Novo

Amigos e amigas,

Quero dar-lhes um presente, ainda, neste ano que termina: a mensagem deste
video criativo .
É uma reflexão interessante sobre Passado-Futuro-Presente, com ênfase no
presente, pois é o único que existe. O passado já era, foi! o futuro não é
um vir a ser.


O FUTURO É O PRESENTE QUE A GENTE CONSTRÓI HOJE.

O presente, esse sim é a própria vida do "aqui e agora", é vida que a
gente está vivendo.
Votos de um ano com abundancia de coisas boas.
Um grande abraço

F E L I Z    2 0 1 3!

 http://www.youtube.com/watch?v=i07qz_6Mk7g
Quando o marido finalmente morreu, a esposa colocou no jornal o anúncio da morte, acrescentando que ele havia morrido de gonorréia. Logo que o jornal foi distribuído, um amigo da família telefonou e protestou veementemente:
- Você sabe muito bem que ele morreu de diarréia, e não de gonorréia!!!
A viúva respondeu:
- Eu cuidei dele noite e dia, portanto é lógico que eu sei que ele morreu de diarréia! Mas eu achei que seria melhor que se lembrassem dele como um grande amante, ao invés do grande cagão que sempre foi.
CONSELHO PARA UM HOMEM IDOSO...

Um senhor de idade estava malhando na academia, quando notou uma''coisinha linda'' por perto...
Ele perguntou ao seu treinador que também estava ali:
''Qual a máquina daqui que eu devo usar, para impressionar aquela coisinha fofa ?"
O treinador olhou bem para o velho, de cima em baixo, e disse:
'' Eu tentaria o caixa eletrônico, no final do corredor.''

segunda-feira, 16 de julho de 2012

VELHICE...


Um casal de velhinhos fazia 65 anos de casados e foi a um restaurante festejar.
Diz o velhote:
- Minha rainha, onde queres que nos sentemos?
- Aqui, diz a velhinha.

- Princesa, queres um aperitivo?
- Sim, obrigada.
- Meu anjo, o que te apetece comer?
Ela pede o menu e faz o seu pedido.
- Meu doce, que vinho preferes?
O garçom mal podia acreditar no que ouvia.

A senhora vai ao banheiro e ele aproveita para falar com o velhinho:
- Que coisa linda! Como o senhor ainda consegue tratar a sua esposa com essas palavras tão carinhosas ao fim de tantos anos? Rainha, princesa, anjo, doce... Estou admirado!

O velhote olha o garçom nos olhos e responde:
- Sabe o que é, eu não consigo me lembrar do nome da véia...

sábado, 7 de julho de 2012


Folha de São Paulo, 18-out-2011, caderno Equilíbrio, página 2, seção Outras Ideias

Fico te devendo


Michael Kepp - mkepp@terra.com.br

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Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos

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Deixar de assumir a responsabilidade pelos próprios atos e compromissos é uma falha universal. Mas, no Brasil que eu amo, essas esquivas são tão corriqueiras e escorregadias que mostram como esse povo institucionalizou e aperfeiçoou o truque de tirar o corpo fora.

Os brasileiros são craques em transferir a culpa. Veja uma manchete do "Globo": "Estradas nunca mataram tanto quanto neste Carnaval". Responsabilizar as rodovias absolve os motoristas imprudentes e o governo, que não as recapeou.

Uma vez, um amigo que chegou tarde a um encontro colocou a culpa no transporte público: "Não atrasei. Foi o ônibus que demorou a passar". E, quando lembrei meu enteado, pianista, que eu ainda não recebera o presente – um pequeno tambor – que ele me trouxera de sua turnê africana, ele me falou que decidira ficar com o instrumento, dizendo: "Dançou".

Os brasileiros são capazes de antropomorfizar qualquer objeto para culpá-lo de uma falha humana, às vezes no interesse de cordialidade ou de suavizar a situação.

Uma vez, na São Paulo Fashion Week, o assistente de uma "stylist", ao entregar um vestido sem o cinto no camarim da modelo, explicou: "O cinto não veio". E um funcionário de um mercado driblou o deslize de não ter estocado papel higiênico, produto essencial, contemporizando: "Tem... Mas está em falta".

Diante da imprensa, um tira que "efetuou disparos" contra a vítima desarmada transfere sua culpa com frases como "foi uma fatalidade", "o elemento faleceu" ou, pior ainda, "entrou em óbito". Tradução: "Deus tirou-lhe a vida; eu só fiz os furos".

Um locutor de futebol explica por que seu jogador preferido chutou a bola para fora: "O campo estreitou" ou "O campo acabou". Se seu time perde, anuncia que "deixou de ganhar".

Brasileiros usam os dribles mais inventivos para se esquivar de acusações e compromissos. "Imagina!" refuta uma acusação verdadeira ou falsa. "Sumiu!" transfere o peso do sumiço para o outro. E "Houve um desencontro!" é o álibi que alguém usa quando foi ela quem deu o bolo.

Se alguém que acabei de contratar me dá como prazo "deixa comigo" e o prorroga com "um dia desses", eu me resguardo com uma frase que começa com "é o seguinte...", prossegue com "não deu" e acaba com "fico te devendo", que, como "fica para a próxima", empurra qualquer compromisso para o dia de São Nunca.



MICHAEL KEPP, jornalista americano radicado há 28 anos no Brasil, é autor do livro "Tropeços nos Trópicos - crônicas de um gringo brasileiro" (editora Record)

quarta-feira, 27 de junho de 2012


Paranoia Percentual
Você já percebeu o que vem ocorrendo nos noticiários, principalmente nas rádios e TV’s?
Refiro-me a uma verdadeira enxurrada de números, estatísticas, percentuais, comparações, esse tipo de coisas. Não há uma notícia que não desemboque em um percentualzinho “comparado com o mesmo período do ano anterior”. E tem mais: “maiores detalhes vcs poderão acessar nosso site abcd@defg.com.br. Quem é que consegue guardar esses números e a quem interessa ouvi-los?
Você consegue guardar toda aquela verborragia logorreica?
Nem com caneta e bloco (prancheta) ao lado da poltrona dá para anotar tudo que nos empurram em termos de telefones, endereços de e.mail e sites.
Dentro dessa paranoia, por exemplo, falar sobre problemas intestinais com o médico agora fica assim:
“Dr, produzi hoje 300 gramas de fezes”. Isto quer dizer, 23,49% a menos do que no mesmo mês do ano passado. Por outro lado ingeri 753,8 gramas de alimento no mesmo período, que corresponde a 23,89% a menos se comparado ao mês anterior e 16,98% em relação ao mesmo período do ano anterior.

domingo, 6 de novembro de 2011

"Antigamente os cartazes nas ruas com rostos de criminosos ofereciam recompensas; hoje em dia, pedem votos."